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Você sabia que pode estar endividado e não ter noção

Você sabia que pode estar endividado e não ter noção

Resoluty 14 Abr 2021

Você sabe o que significa estar endividado?

A pergunta para essa resposta pode parecer óbvia, mas muita gente responde errado!

Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil e Meu Bolso Feliz revelou que oito em cada dez consumidores brasileiros possuem um conceito equivocado do que é endividamento.

Ou seja: 79% da população do país acaba se atrapalhando na hora de responder o que é estar endividado.

Qual é a sua resposta para isso? Você realmente sabe o que é estar endividado?

Endividamento X inadimplência

A palavra “endividamento” é logo associada a um contexto de desequilíbrio nas finanças, sejam pessoais, familiares ou da empresa. Esse conceito não está errado, mas não é só isso...

O principal motivo que leva a maior parte dos brasileiros a não saberem responder corretamente o que é estar endividado tem a ver com os compromissos não honrados:


•46,7% dos entrevistados na pesquisa acreditam que uma pessoa endividada é quem tem contas em atraso/sem pagar;

•30,6% acreditam que estar endividado é ter o nome incluído no SPC/Serasa.

Quem tem contas em atraso/sem pagar e/ou está com o nome incluído no SPC/Serasa está, na realidade, inadimplente.

Afinal, o que significa estar endividado?

A resposta correta é: uma pessoa endividada é aquela que possui parcelas a vencer de compras e/ou empréstimos.

E apenas um em cada cinco consumidores (20,2%) compreendem isso!

Ou seja: não é só quem tem contas em atraso que se enquadra no perfil de uma pessoa endividada. Quem tem parcelas, mesmo não vencidas, de qualquer aquisição, também está endividado, porque assumiu uma dívida que ainda não está quitada.

Então, é possível não estar na inadimplência, mas ainda estar endividado.

A bola de neve do endividamento

Se a maioria dos brasileiros não sabe o que é endividamento, acaba sendo comum que muitas pessoas nem saibam que estão endividadas.

Por exemplo: imagine que o João comprou novos eletrodomésticos para sua casa e parcelou em 12 vezes. Ele costuma pagar o boleto da fatura sem atrasos, então, não acha que é uma pessoa endividada. Mas ele é.

E é aí que mora o perigo.

O risco de desconsiderar compras parceladas como parte do endividamento é exagerar no consumo em médio e longo e prazo.

Voltemos ao João: como ele não acha que é uma pessoa endividada, ele sente que tem mais liberdade financeira para fazer novas compras, pensando que mais uma parcelinha cabe no seu bolso...

Esse comportamento leva muitas pessoas a fazerem uma série de dívidas que, em pouco tempo, podem levar a um verdadeiro desastre nas finanças (e à consequente inadimplência).

Quer um fato que comprove isso? Essa mesma pesquisa do SPC mostrou que o cartão de crédito é o compromisso que mais sofreu atrasos ou ficou sem ser pago (23%). Podemos imaginar que o motivo disso é justamente esse hábito que o brasileiro tem, de comprar muitas coisas parceladas e se enrolar numa bola de neve de dívidas!

As consequências do endividamento e inadimplência

Uma recente pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou que mais de 66% das famílias brasileiras estão endividadas.

De parcela em parcela, seu banco enche o papo (com o seu dinheiro). E seu bolso vai se esvaziando...

O endividamento tem duas principais consequências na vida pessoas:


•Quem tem dívidas acaba virando um escravo do trabalho. Acontece assim: Dívida é gerada > Você precisa de dinheiro para pagar a dívida > Você precisa trabalhar para ganhar dinheiro > Você não pode parar de trabalhar;

•Pessoas endividadas tem sua saúde e seus relacionamentos diretamente afetados por isso... Clicando aqui você confere uma lista com 20 doenças e problemas que podem ser desencadeados pelas dívidas.

É possível ficar livre das dívidas?

Sim, é possível!

Com planejamento, disciplina e ajuda de profissionais que lutem pelos seu bem estar financeiro, a bola de neve da dívida pode virar coisa do passado. Preste atenção no passo a passo a seguir para se livrar das dívidas:

1- Conheça o valor total das dívidas;

2- Passe a anotar todos os seus gastos (inclusive os parcelados) em um caderno, bloco de notas do celular ou planilha;

3- Leia ao menos uma vez por semana suas anotações sobre seus gastos, para ter noção do quanto anda gastando e com o que;

4- Defina quais gastos você pode cortar e quanto pode economizar por mês;

5- Busque ajuda de profissionais que lutem pelos seu bem estar financeiro para renegociar as dívidas. Na Resoluty Consultoria, você pode contar com a ajuda de especialistas em redução de dívidas bancárias, que vão renegociar o valor devido e chegar em um valor justo para a quitação, sem que você tenha que pagar juros abusivos para o banco!

Para conversar com um dos consultores especialistas em renegociação e redução de dívidas e financiamentos, basta clicar aqui. O contato é feito online, então, você pode falar conosco de qualquer lugar do Brasil!

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